OpenAlex · Aktualisierung stündlich · Letzte Aktualisierung: 15.03.2026, 23:34

Dies ist eine Übersichtsseite mit Metadaten zu dieser wissenschaftlichen Arbeit. Der vollständige Artikel ist beim Verlag verfügbar.

Inteligência Artificial Generativa no direito

2025·0 Zitationen·Revista Brasileira de DireitoOpen Access
Volltext beim Verlag öffnen

0

Zitationen

2

Autoren

2025

Jahr

Abstract

O presente trabalho analisa o uso de Inteligência Artificial Generativa, especificamente dos LLMs (Large Language Models), no apoio a realização de atividades jurídicas mediante a testagem sistemática de quinze dos principais modelos de IA fornecidos no mercado (ChatGPT o1, ChatGPT 4o, ChatGPT 4.5, ChatGPT o3-mini, ChatGPT o3-mini-high, Claude Sonnet 3.5, Claude Sonnet 3.7, Grok 3, Gemini Pro 2.0 Experimental, Gemini Pro 2.5 Experimental, DeepSeek R1, Qwen 2.5 Max, Perplexity, Sabiá-3 e Copilot). A partir da teoria do duplo canal de correção, a pesquisa foi multidisciplinar, sendo que para a análise dos LLMs foram desenvolvidos seis testes tipicamente jurídicos para avaliar o desempenho das IAs nas tarefas de: a) conhecimento de legislação brasileira; b) aplicação da legislação; c) aplicação de princípios jurídicos; d) solução de hard case; e) identificação da ratio decidendi de precedentes judiciais; e f) organização de dados/informações de um caso. Este estudo se pauta em pesquisa qualitativa-quantitativa com método descritivo-exploratório, mediante análise de resultados inerentes ao entrelaçamento entre Direito e Inteligência Artificial. Os resultados demonstram: a) o estabelecimento de um framework básico para a testagem jurídica dos LLMs; b) os modelos IA generativa atualmente mais adequados para cada uma das tarefas testadas; c) as tarefas jurídicas em que não é recomendada a utilização de LLMs (ou nas quais são necessários maiores cuidados); d) as tarefas em que os LLMs têm melhor performance no Direito. As conclusões são: a) não é recomendada a utilização das IAs generativas (LLMs) para acessar conhecimento jurídico sistematizado (textos normativos, por exemplo); b) não é recomendada a utilização de IA generativa para uma interpretação das normas jurídicas de maneira livre de controles adicionais; c) a maioria dos LLMs tem dificuldades para, a partir do texto normativo, inferir todas as proposições normativas corretas; d) a utilização de técnicas de Retrieval-Augmented Generation (RAG) ou de IAs auxiliares baseadas em representação do conhecimento se monstra necessária; e) os melhores LLMs apresentaram criatividade e pretensão de correção jurídica ao aplicar princípios jurídicos; f) os melhores LLMs podem ser utilizados para auxiliar na geração de argumentação juridicamente correta; g) modelos de IA generativa não são bons repositórios de conhecimento previamente existente, mas têm capacidade de criar conhecimento novo (paradoxo conhecimento/criação da IA); h) os melhores modelos de IA generativa já podem ser utilizados na exploração argumentativa de precedentes judiciais (identificação de ratio decidendi); i) LLMs podem recuperar dados e informações em documentos jurídicos; j) a engenharia de prompts adequada nem sempre evita alucinações; k) não existe um modelo de IA generativa com desempenho superior ou perfeito para todos os problemas jurídicos; l) nem sempre o LLM de última geração é o mais eficiente em determinada tarefa jurídica.

Ähnliche Arbeiten

Autoren

Institutionen

Themen

Artificial Intelligence in LawArtificial Intelligence in Healthcare and EducationEthics and Social Impacts of AI
Volltext beim Verlag öffnen